Clara Bastos é montadora, pesquisadora e realizadora formada em Audiovisual pela ECA-USP. Trabalhou para produtoras como Pródigo Filmes, Boutique Filmes e Glaz em projetos para canais e streamings como Netflix, Paramount+, Globoplay e HBO.
Foi roteirista e montadora do longa-metragem “Filme Particular” (2022, Janaína Nagata), premiado com o Beeld en Geluid IDFA ReFrame Award, prêmio para o melhor uso de material de arquivo em documentário no IDFA 2022, e com circulação em festivais nacionais e internacionais como FICCI Cartagena 2023; Indielisboa 2023, Cinelatino Toulouse 2023, Mar del Plata 2022 e Olhar de Cinema 2022. Também foi montadora nas séries “Flordelis: Questiona ou Adora” (Globoplay), “13 canções para falar de sertanejo” (CineBrasil TV) e “Habitação Social - Projetos de um Brasil” (Amazon Prime Video, TV Cultura e TV Brasil), e assina montagem adicional na série “Anderson Spider Silva” (Paramount+). Montou o média-metragem “Casa da Xiclet” (2017, Sofia Amaral; melhor média-metragem no 16ª REcine Festival Internacional de Cinema de Arquivo) e os curtas-metragens “Retratos de Piratininga” (2023, dir. André Manfrim; É Tudo Verdade 2023), “Provisório” (2023, dir. Wilq Vicente; 34º Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo) e “Livro e Meio” (2018, dir. Giu Nishiyama e Pedro Nishi; prêmio Abraccine no 29º Cine Ceará), entre outros.
É mestre e doutoranda pela Universidade de São Paulo, onde realiza pesquisa sobre filmes feitos a partir de material de arquivo. Entre 2024 e 2025 realizou um estágio de pesquisa na Université Sorbonne Nouvelle, em Paris.
Escreveu e dirigiu os curtas-metragens “Tempo” (2014), que teve sua estreia no Festival MixBrasil e foi licenciado para o Canal Brasil, e “Diva” (2016), que circulou em dezenas de festivais como Mostra Tiradentes, CineOP e Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo, e recebeu os prêmios de Melhor Filme pelo Júri Oficial e por Voto Popular no 6º Festival de Cinema Universitário de Alagoas.
É mestre e doutoranda pela Universidade de São Paulo, onde realiza pesquisa sobre filmes feitos a partir de material de arquivo. Entre 2024 e 2025 realizou um estágio de pesquisa na Université Sorbonne Nouvelle, em Paris.
Escreveu e dirigiu os curtas-metragens “Tempo” (2014), que teve sua estreia no Festival MixBrasil e foi licenciado para o Canal Brasil, e “Diva” (2016), que circulou em dezenas de festivais como Mostra Tiradentes, CineOP e Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo, e recebeu os prêmios de Melhor Filme pelo Júri Oficial e por Voto Popular no 6º Festival de Cinema Universitário de Alagoas.